bankme, uma ideia genial

05/02/2021

Coluna Paulo Briguet

bankme, uma ideia genial

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Bankme

Fuja do sistema tradicional, crie o banco da sua própria empresa e multiplique seus ganhos em 2021



Por Paulo Briguet

Um dos meus passatempos é descobrir a verdadeira autoria das citações que circulam pela internet. Desde os tempos de Gutemberg —e até mesmo antes disso, creio eu —, as pessoas têm o curioso hábito de atribuir frases inteligentes e espirituosas a alguma personalidade famosa. Albert Einstein, Winston Churchill, William Shakespeare e Steve Jobs são alvos frequentes desses equívocos, e apresentados como autores de frases que jamais saíram de suas bocas e de suas penas. No Brasil, algumas vítimas das fake quotes são Clarice Lispector, Arnaldo Jabor, Alexandre Garcia, Olavo de Carvalho e, mais recentemente, Caio Coppola. Os escritores Mark Twain e Nelson Rodrigues —dois grandes frasistas, respectivamente, da literatura americana e brasileira—também são considerados pais de comentários que nunca fizeram. Por alguma razão, as pessoas acreditam que atribuir uma frase a alguém famoso vai aumentar-lhe a credibilidade. Eu mesmo já caí nesse erro, e não foi só uma vez. Quem nunca?

Outro dia, ouvi mais uma vez alguém atribuir a Albert Einstein a seguinte frase:

“Loucura é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Pensando bem, Einstein poderia ter dito algo parecido. Mas não disse. Conforme o excelente site quoteinvestigator.org (em inglês), a origem mais remota da frase, ainda que não na forma integral, está em uma passagem do livro “Degeneration”, do médico judeu-húngaro Max Nordau, publicado em 1892. Mas a frase completa, tal como a conhecemos, aparece pela primeira vez em uma publicação do grupo Alcoólicos Anônimos, de Knoxville, Tennessee, em 1980.

Mas esqueçamos a autoria da frase e pensemos sobre o seu conteúdo. É uma frase muito boa! Descreve à perfeição um erro que todos nós acabamos cometendo em algum momento da vida. Basta vacilarmos por um instante e já entramos no piloto-automático, repetindo ações e hábitos que tiveram validade algum dia, mas que diante de novas circunstâncias se revelam contraproducentes.

A loucura apontada pela frase torna mais evidente nas famosas promessas que fazemos na virada de ano.

“Ah, esse ano eu vou perder peso.”
“Ah, esse ano eu vou praticar exercícios.”
“Ah, esse ano eu vou ganhar mais.”

Essas promessas de nada valem se continuarmos agindo exatamente da mesma maneira que antes. Se queremos mudar para melhor, precisamos agir no sentido do que é melhor. Se Einstein continuasse seguindo unicamente os critérios apontados pela física newtoniana, ele jamais teria concebido a Teoria da Relatividade ou chegado à famosa fórmula e=mc².

Existe outra frase atribuída erroneamente a Einstein que se encaixa perfeitamente no que estou discutindo:

“Se vi mais longe, foi por estar nos ombros de gigantes”.

Na verdade, essa frase é de outro grande físico, Isaac Newton, que viveu três séculos antes de Einstein. O autor da Lei da Gravitação Universal reconhecia, assim, que só pôde desenvolver o seu trabalho com sucesso por se apoiar naquilo que outros pensaram e fizeram antes dele.

O exemplo de Newton me leva a uma terceira frase:
“Banco é aquela instituição que lhe empresta um guarda-chuva quando o tempo está bom e toma de volta quando começa a chover”.

Tal frase é atribuída ao grande poeta americano Robert Frost —mas também não é dele. Na verdade, o autor do irônico comentário é desconhecido. O que não nos impede de dizer que se trata de uma afirmação justa, pelo menos na maioria dos casos.

Vamos combinar as três frases? 1) Se é loucura continuar fazendo as mesmas coisas e esperar resultados diferentes; 2) se as pessoas conseguem ir mais longe quando estão apoiadas nos exemplos de sucesso; 3) se os bancos tradicionais oferecem crédito para quem não está precisando (e por um alto custo) — está na hora de você, que é empresário, 1) fazer algo diferente para multiplicar seus ganhos; 2) seguir o exemplo de gigantes do mercado; e 3) criar o seu próprio banco!

Aí é que entra a bankme —uma fintech oferece a você, médio ou pequeno empresário, a oportunidade de criar o seu próprio banco, para fazer antecipação de recebíveis, empréstimos e financiamento de uma maneira ágil e acessível. Trata-se de uma forma inteligente de aplicar o seu capital em um negócio com baixo custo e riscos reduzidíssimos. Pela primeira vez, empresas com o faturamento a partir de R$ 60 milhões ao ano podem criar seus bancos como já vinham fazendo os gigantes do mercado — e com a eficiência e custos que os bancos tradicionais não podem oferecer. Genial, não?

Criada a partir da Lei Complementar 167, de 2019, que instituiu as Empresas Simples de Crédito (ESCs), a bankme funciona como uma usina de oportunidades, ampliando as possibilidades do crédito no país, fomentando o empreendedorismo e incentivando a atividade empresarial. Justamente aquilo de que o Brasil mais precisa agora para deixar 2020 para trás e fazer de 2021 um ano de esperança e vitória!
Está em suas mãos a chance de fazer um 2021 muito melhor. Adeus banco velho, feliz banco novo com a bankme!

― Paulo Briguet é escritor.


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